Parece mentira, mas veja essa também: pesquisadores russos falaram palavrões para uma jarra d’água e, em seguida, regaram alguma plantas com ela. Resultado da pesquisa: apenas 48% das plantas regadas com a água “ofendida” cresceram, contra 93% das que foram regadas com água normal.
Os palavrões não só mudam ao longo do tempo, como certas coisas que eram consideradas de baixo calão em outras épocas já não o são hoje. Por exemplo, a expressão “Que a peste invada as casas de ambos!” (utilizada numa peça de Shakespeare) foi considerada ofensiva na época em que peste bubônica assolava a Europa. Hoje, ela simplesmente não tem efeito.
Os 10 palavrões mais falados no Brasil, são por ordem: caralho, porra, puta que pariu, filho da puta, merda, vai tomar no cu, vai se foder, viado, puta merda e cacete.
A grande maioria (ou seja, quase todos) dos palavrões falados no Brasil são usados para se referir as prostitutas (puta), à homossexualidade (veado) e ao sexo de modo geral. Subliminarmente, são palavrões de forte conteúdo sexual e machista.
Já um estudo feito pelos pesquisadores Richard Stephens e Claudia Umland, da Keele University, em Newcastle-Under-Lyme, Inglaterra, indicou que falar palavrão pode ajudar aliviar a dor. O curioso é que ajuda mais quem não costuma falar palavrão!

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