Começamos a testar o novo iPad (também conhecido como iPad 3) no dia do lançamento mundial, o que significa que já convivemos pouco mais de duas semanas com ele.
Neste período, alem de instalar a maioria dos aplicativos atualizados para tirar vantagem do tablet, continuamos usando nossos favoritos do “velho” iPad para ver como se comportavam.
Na maioria das situações, é difícil notar a diferença. Primeiro, porque o design do produto não mudou em praticamente nada: o novo iPad tem o mesmo corpo metálico de linhas suaves e a pesada frente de vidro resistente a marcas de dedos do iPad 2. É um tiquinho mais espesso e pesado, mas nada que se note no dia a dia - tanto que segue compatível com as capas e demais acessórios da segunda geração.
Em termos de desempenho, a agilidade do sistema ao abrir um novo aplicativo ou alternar entre os que já estão rodando é perceptivelmente maior do que no iPad original, mas não parece diferente do iPad 2. Compreensível, já que a base do processador do novo iPad é a mesma, exceto pelo novo chip gráfico de núcleo quádruplo, necessário para suprir as necessidades da supertela.
Prós:
Tela Retina;
Câmera de 5 MP;
Processador gráfico Quad-Core.
Contras:
Preço;
Consumo de energia;
Falta leitor de cartões.
Conclusão:
O novo iPad é mais do mesmo. Mais resolução (tanto na tela quanto na câmera), mais processamento, mais memória e, na versão LTE, mais velocidade no acesso via rede celular. O preço é que não mudou; ainda alto se comparado ao de um notebook. A julgar pelas vendas, no entanto, parece ser justo para o que ele oferece.

Nenhum comentário:
Postar um comentário